SEXTA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO DE 2019    
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Aniversário do Parque Ecológico da Pampulha é celebrado com programação especial

Publicado em 22/05/2019

Foto: Suziane Fonseca/PBH

O Parque Promotor Francisco Lins do Rego – o Parque Ecológico da Pampulha – completou 15 anos nessa terça-feira, dia 21 de maio, e oferece, ao público visitante, uma série atividades comemorativas a partir do próximo sábado, dia 25. A programação conta com uma exposição de fotografias dos principais atrativos do parque, uma mostra de poesias do poeta e músico belo-horizontino César Gilcevi, dentro do projeto Brotos Poéticos, e a exposição Frutos e sementes dos parques de BH: conhecimento na palma da mão. Também estão programadas atividades de educação ambiental e apresentação teatral.

Com uma área de 300 mil m², o Parque Ecológico da Pampulha conta com sanitários, lanchonete, bebedouros, equipamentos de ginástica e playground, bancos, telefones públicos, pistas para caminhada e ciclismo, recantos com pérgulas. Construído no local antes chamado de Ilha da Ressaca, formada por um acúmulo de sedimentos que, ao longo dos anos, foram retirados do fundo da Lagoa da Pampulha, o Parque é hoje símbolo de preservação ambiental e educação ambiental.

Planejado para ser um espaço para contemplação da natureza, aliando lazer, esporte e cultura, é composto de cinco áreas internas delimitadas, oferecendo à população diferentes opções de descanso e diversão. A Esplanada é o local destinado a apresentações culturais, shows e eventos. Nesse espaço, também é frequente a prática de esportes e uso de pipas. O Bosque, que conta com a representação de três biomas, é um espaço para caminhadas, piqueniques e descanso, tendo um coreto como divisor dos biomas.

O Centro de Apoio é o espaço administrativo, com espelho d'água, vestiários, banheiros, lanchonete e auditório. As áreas Silvestre e de Proteção Ambiental são locais destinados à preservação da flora e da fauna encontradas no local. Atrás do lago está, ainda, o SlackParque, espaço reservado para a prática do slackline. O complexo arquitetônico é assinado pelos arquitetos Gustavo Pena e Álvaro Hardy e foi concebido de acordo com a paisagem e a urbanização da orla, conforme o projeto original de Oscar Niemeyer.

Dentro do Parque também se encontra o Memorial Minas-Japão, que conta com o Salão Vermelho, espaço voltado para a meditação. Inaugurado em 2009, o monumento homenageia o centenário da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil, sendo projetado para ligar, metaforicamente, o Japão a Minas e celebrar a amizade entre os dois povos.

Além disso, no Parque está localizada a Unidade de Tratamento das Águas e Córregos Ressaca e Sarandi, responsável pela interceptação e tratamento de efluentes líquidos desses dois cursos d’água, que são os maiores poluidores da lagoa.

Fauna e Flora

Entre os representantes da fauna do parque, estão mamíferos como gambá, capivara, furão, mico-estrela e aves como a garça-branca-grande, o martim-pescador-grande e o biguá. Como exemplos de répteis e anfíbios, encontram-se iguana, camaleãozinho, jacaré-do-papo-amarelo, sapo, rã, além de peixes como traíra e cascudo.

A flora é composta por espécies pioneiras e colonizadoras como a jetirana, leucênia, mamona, angiquinho e vários tipos de capins (colonião, braquiária etc.), além das três mil mudas plantadas para a composição do Bosque.

A programação completa pode ser conferida neste link.

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